Vladimir Polízio



Conheça a psicografia - o outro lado sempre presente

12-03-2011

Na literatura espírita, Emmanuel, Joanna de Ângelis, Bezerra de Menezes, André Luiz, dentre respeitável relação existente, são conhecidos do grande público porque estão constantemente envolvidos com as comunicações entre os planos, de cá e de lá. Com isso, esses nomes acabam se tornando familiares dos que apreciam a leitura.

Porém, outros personagens, que inclusive estiveram em nossa época e às vezes muito próximos de nós, também acabam fazendo parte da grande equipe de espíritos prestativos, que estão constantemente a postos e auxiliando muito mais do que se imagina.

São pessoas que ao passarem para o outro lado da vida, não se deixaram vencer pela tristeza e acabaram se tornando incansáveis trabalhadores, benfeitores mesmo no sentido da palavra. Vemos, e até com certa frequência, a presença desses colaboradores do além dando o necessário apoio aos que por lá estão chegando, e que, na grande maioria das vezes, sequer sabem o que está se passando consigo.

JAIR PRESENTE - TRABALHADOR NO ALÉM
Jair  Presente, aos 20 anos

Sua primeira manifestação aconteceu em Uberaba, com Chico Xavier, mostrando à família e a todos que o conheciam, que ainda se encontrava “vivo” e do mesmo jeito que antes, fazendo e participando das mesmas brincadeiras e com a linguagem característica empregada quando na Terra. E não parou por aí.

Falamos de JAIR PRESENTE, filho do casal José Presente e Josefina Basso Presente, nascido em Campinas-SP em 10-11-1949 e falecido em 03-02-1974.

Sobre esse trabalhador do outro lado vamos descrever agora, um acontecimento muitíssimo interessante.

UM DIA DIFERENTE
Jair  Presente, aos 22 anos

Algo especial tocava o coração da família Presente, naquela manhã de domingo. O calendário anotava 03 de fevereiro de 1974...

Sueli(1), a irmã, mal controlava o desejo incontido de ir à Praia Azul (2), distante alguns quilômetros de Campinas, no município de Americana; a mãe, D. Josefina, acordara angustiada, servindo-se do socorro de tranquilizantes.

Na véspera, notificando os familiares de que iriam a um pesqueiro em Paulínia, às margens do Rio Atibaia, Jair Presente e seus amigos Carlos Roberto Ramos Fonseca e Sérgio Galgani, lá passaram a noite e, no domingo cedo, modificaram o programa, partindo – sem que em Campinas alguém soubesse – para a Praia Azul, distante 30 Km do pesqueiro.

Ao fim da manhã de domingo, as angústias e pressentimentos de Sueli e sua mãe, abalaram também o pai, Sr. José Presente, com a notícia do afogamento do jovem Jair, antes de completar 25 anos, nas águas da Praia Azul.

Quando a morte o levou – ou, em expressão sua, – quando o trem da mudança o despejou no outro lado da vida – cursava o 4º ano de Engenharia Mecânica da UNICAMP.

Alegre, jovial, com inúmeros cursos de extensão universitária, aluno destacado e de atividades múltiplas, encontrava jeito para dividir seu tempo extra-curricular com o trabalho para o sustento, lecionando em colégios de Campinas.

Sua morte deixou subitamente a família Presente diante de uma lacuna que sulcou de dor e sofrimento o coração do querido vendedor de frutas que, com sua banca no Largo do Rosário, conquistou a simpatia de tantos e tantos clientes.

Foi essa amizade, nascida ao mais puro sentimento de respeito e apreço, que possibilitou ao Sr. José Presente reorganizar em nova têmpera, seu lar combalido.

Pouco mais de um mês após a partida de Jair, uma réstia de luz iluminou novamente aqueles três corações, aclarando-os em novas perspectivas de paz e trabalho...

Como lembramos nas palavras anteriores, foi a amizade espontânea do Sr. José Presente, pai do Jair, com os seus clientes que possibilitou a alvorada de uma nova vida para ele e familiares.

Embora aposentado, mantinha a entrega domiciliar de frutas para alguns de seus antigos clientes.

Durante um mês, após a morte de Jair, o Sr. José permaneceu, totalmente entregue ao desânimo, não trabalhando, entendendo que a partida do filho representava para ele também o fim de sua existência, que levava a custo, como se não houvesse mais sol a dissipar as brumas e o céu fosse constantemente escuro.

Por insistência de sua esposa e de sua filha, após 30 dias assim passados, resolveu, por tentativa vacilante de reintegrar-se à vida, voltar a vender frutas.

E numa dessas visitas comerciais, a Sra. Wandir Dias, espírita e dirigente do Movimento Assistencial Maria Rosa, do bairro do Grameiro, em Campinas-SP, ao observar tanto abatimento no semblante do Sr. José Presente, inquiriu-o do porquê de semelhante condição. E, ao saber de toda a verdade, buscou entusiasmá-lo com os ensinamentos espíritas sobre a morte e ofereceu-lhe o livro “Presença de Chico Xavier”(3).

O Sr. José Presente, de formação católica como toda sua família, após a leitura da obra, entusiasmado, quis conhecer Chico.

As observações da família foram inicialmente no sentido de que o Sr. José ainda se encontrava abatido, sendo oportuno evitar uma viagem a Uberaba, até que ele se recuperasse mais. No entanto, ninguém conseguiu demovê-lo do intento, e, a 15 de março de 1974, 42 dias após a morte de Jair Presente, seus familiares estavam em Uberaba-MG, à procura de um entendimento com Chico Xavier.

As apresentações foram rápidas, sem maiores detalhamentos, pedindo Sueli ao Chico que consolasse, se possível, seu pai, tão abatido com a morte do filho.

Durante as realizações das tarefas mediúnicas, programadas para a noite, Chico recebeu comovente mensagem assinada, para a surpresa de todos, por Jair Presente.


(1) Sueli, única irmã de Jair.

(2) Localidade em ambiente aquático, na cidade de Americana, distante da cidade de Campinas cerca de 30 Km.

(3) Presença de Chico Xavier, de Elias Barbosa – Ed. IDE – Instituto de Difusão Espírita-Araras-SP.

1ª MENSAGEM DE JAIR

“Meu pai, minha mãe, minha querida Sueli, peço-lhes calma, coragem.

Não estou em situação infeliz, mas sofro muito com a atitude de casa.

Auxiliem-me. É tudo, por agora, o que lhes posso dizer.

Tenho a mente nublada. Consigo entender muito pouco aquilo que se passa em torno de mim. As lágrimas dos meus queridos me prendem. Que há, meu Deus?

Não pensem que desapareci para sempre. Estarei, porém, com vocês, na condição em que estiverem comigo.

Fortes, me fortalecerão. Desanimados, me farão esmorecer.

É muita coisa para observar, entretanto, não posso ainda. Creio apenas que perder o corpo mais pesado não é desvencilhar-se do peso de nossas emoções e pensamentos, quando nossos pensamentos e emoções jazem nas sombras da angústia.

Eu encontrei muito amparo, mas a não ser o meu Avô Basso(1), a quem me ligo pelo coração, não tenho ainda memória para funcionar aqui; minha faculdade de lembrar está com vocês, assim à maneira de um balão escravizado. Ajudem-me. Preciso ver e ouvir aqui para retomar-me como sou.

As vozes de casa chegam ao meu coração e, como se continuássemos juntos, vejo-os no quarto, guardando-me as lembranças como se devesse chegar a qualquer instante (2). E o meu pensamento não sai de onde me prendem.

Agradeço, sim, o amor em suas lágrimas. Agradeço o carinho em suas preces, mas venho pedir-lhes para viverem. Viverem! E viverem felizes, porque assim também serei feliz.

Esqueçam o que sucedeu, ninguém me prejudicou, ninguém teve culpa.

Mal sabia eu que um passeio domingueiro era o fim da resistência física.

O coração parou, ao modo de um motor, de que não se descobre imediatamente o defeito.

Sou eu quem deu tanto trabalho aos amigos(3). Notei quando me chamavam, quando me abraçavam, massageavam e me faziam respirar sem conseguir.

Agradeço por tudo. Depois foi o sono, um sono profundo, do qual acordei para chorar com o pranto de meus pais e de meus afetos mais queridos.

Sueli, acalme-se e auxilie os pais queridos.

Nada de lamentações e reclamações.

Deixei o corpo num domingo, sem extravagâncias quaisquer.

Há quem pense em drogas quando se deixa a vida física assim qual me sucedeu(4). Mas não havia drogas, nem abuso da véspera. Estávamos sóbrios e brincávamos à maneira de pássaros descuidados.

Em qualquer lugar que me achasse, a queda de forças seria a mesma.

Estou saudoso de tudo, dos familiares queridos, dos companheiros, dos estudos e das aulas; entretanto, espero sarar e refazer-me. Para isso você, meu querido pai, e você, querida mãezinha, são as alavancas de que preciso para me levantar.

Aqui comigo estão o meu avô Basso e um coração de benfeitora a quem chamo irmã Elvira(5). Estou bem, mas é preciso melhorar.

Encaremos a vida como deve ser a vida perante Deus e esperemos o futuro melhor. Creiam que estou fazendo muita força para não acovardar-me.

Não posso aumentar-lhes o sofrimento.

Agora, é o momento de pensarmos na fé, na fé viva que nos ergue o pensamento para a Vida Maior. Abençoem-me e ajudem-me.

Lembrem-me estudando e não morto, porque a vida não admite a morte. Por hoje nada mais consigo escrever.

A garganta, como se eu fosse falar, está constrangida, e as lágrimas estão contidas, a ponto de rebentar.

Quero confiar em Deus e em vocês e por isso termino, com um abraço, deixando aqui a vocês beijo de todos os dias, rogando a Deus para que nos fortaleça e nos abençoe.”

JAIR PRESENTE

“OBS: Sem dúvida todos os espíritos que se comunicam conosco comentam que recebem os pensamentos dos familiares encarnados com uma sensibilidade muito grande: se os pensamentos são vazados em anseios de conformação e alegria, sentem-se bem, mais reconfortados em sua nova condição. Contudo, se, em seu nome, lágrimas de desespero são derramadas, dores, saudades são rememoradas, sofrem muito por não poderem retornar ao lar saudoso e reintegrar-se ao convívio mais direto de seus familiares queridos.

A observação de Jair deve servir de alerta para todos nós que enfrentamos as difíceis situações criadas pela separação transitória, pois não devemos aumentar os tormentos daqueles que nos precederam na passagem para o lado de lá, com a exteriorização de nossas dores e lágrimas. Devemos, sim, animá-los com nossas preces e nossos pensamentos construtivos”.


(1) Avô Basso – refere-se Jair ao avô materno, Vicente Basso, desencarnado há 12 anos (1962) em São Paulo-SP, com 84 anos de idade

(2)“...vejo-os no quarto guardando-me as lembranças como se devesse chegar a qualquer instante.” – realmente D. Josefina e Sueli confirmam que pouco antes da viagem a Uberaba, estavam guardando os apetrechos de Jair em seu quarto de estudo, quando lhes ocorreu à lembrança que o filho em espírito poderia estar naqueles momentos entrando no quarto, o que as deixou embaraçadas, posto que Jair não gostava que se mexesse em suas coisas.

(3)“Sou eu quem deu tanto trabalho aos amigos. Notei quando me chamavam, quando me abraçavam, massageando-me e me faziam quase respirar sem conseguir.” – Esta afirmativa de Jair vem de encontro ao depoimento de Carlos Roberto Ramos Fonseca, um dos amigos que estavam na Praia Azul, junto dele, quando de sua morte. Carlos afirma que foi feito de tudo para que Jair se recuperasse: massagem cardíaca, respiração boca-a-boca, exatamente com informa Jair, confirmando os depoimentos de outros espíritos desencarnados no sentido de que presenciam todas s ocorrências com seu corpo cadaverizado, sendo essas impressões, as primeiras que anotam em suas observações, logo após a passagem para o Plano Espiritual. Assim, nas primeiras horas após a morte, permanece o espírito ligado ao corpo, como se ainda o estivesse ocupando.

(4) “...há quem pense em drogas, quando se deixa a vida física, assim qual me sucedeu. Mas não havia drogas, nem abusos de véspera. Estávamos sóbrios e brincávamos à maneira de pássaros descuidados.” Embora chocante, merece ser mencionada a afirmativa de Jair em sua mensagem. Informou-nos D. Josefina, sua mãe, de que fora advertida da possibilidade de Jair haver falecido envolto na atmosfera inebriante dos tóxicos, tendo lhe sido afirmado mesmo que de muitos jovens de hoje não se pode esperar situação diferente. Tal afirmativa descabida, para tantos quantos conheceram Jair Presente, muito chocou sua mãe. Jair, em espírito, desmentiu a aleivosia.

(5) A respeito de irmã Elvira, encaminhamos o leitor para um trecho da mensagem seguinte, recebida 15 dias depois (30-3-1974). Neste segunda mensagem, Jair refere-se à tia Elvira e cabe aqui uma observação curiosa a confirmar a impressionante autenticação da comunicação mediúnica. Na mensagem anterior, recebida em 15 de março, quando Jair refere-se à irmã Elvira, sua mãe, de imediato, identificou-a como sendo a Sra. Elvira Vanini Favoreto, sua tia e madrinha.

Ao voltar de Uberaba, entrando em contato com os familiares, veio a saber que D. Elvira realmente havia falecido há três anos. Não teve conhecimento de sua morte, pois a madrinha residia em Brotas-SP e se afastara, pela distância, dos familiares de Campinas.

Porém, outros parentes não concordaram ter a mãe de Jair identificado em irmã Elvira a Sra. Elvira Favoreto, como dissemos, sua tia e madrinha, alegando que irmã Elvira poderia ser uma benfeitora que Jair encontrou no Plano Espiritual, sem qualquer ligação familiar. Em sua segunda mensagem, 15 dias depois, Jair, referindo-se à irmã Elvira, diz: - “mamãe faz questão que fale na tia e madrinha...”.

MAIS DO QUE PROVA

Este relato dá conta de informações preciosas do outro lado da vida, que mostram e comprovam aos céticos, que a morte, embora dolorosa, triste e desoladora, é apenas para o corpo, enquanto a alma prossegue na plenitude que lhe é própria. A alma ou o espírito é eviterno, ou seja, foi criado para a eternidade.

SOMOS SEIS, é o título do livro de Caio Ramacciotti, com psicografia de Chico Xavier, Editora GEEM – Grupo Espírita Emmanuel, de São Bernardo do Campo-SP, que traz esta e outras passagens envolvendo jovens que retornaram ao Mundo Invisível.

Sobre o assunto a ser enfocado, assim manifestou-se a equipe da Editora GEEM, que se achava em pesquisa juntamente com a irmã de Jair Presente:

“Estávamos no fim da tarde de uma segunda-feira de Carnaval. O crepúsculo e o Sol, imensa bola de fogo, debruçava-se sobre a linha do horizonte, pintando as nuvens brancas com suas radiações rubras.

Nossa visita ao Parque dos Flamboyants se encerrava; cemitério moderno, assentado sobre colinas gramadas, com alamedas de Flamboyants amarelos cortando a relva verde, o Parque não apresenta qualquer diferenciação entre os jazigos, sendo estes representados externamente por uma pequena placa de bronze com a identificação dos mortos.

É a necrópole, em essência, um bem cultivado jardim, onde as flores depositadas pelos amigos e parentes dos mortos em pequenos copos que ladeiam a lápide de bronze, compõem com a grama cuidada e com os Flamboyants floridos, a própria imagem da paz que todos imaginamos para o repouso derradeiro de nossos corpos.

A sepultura nº 841 traz o nome de Irineu Leite da Silva, citado na mensagem de 19 de julho de 1975, de Jair Presente, psicografada pelo Chico.

Na mensagem o Jair diz que Irineu ‘vestiu o paletó de madeira a 7 de junho’, pouco mais de 40 dias antes da página psicografada a que nos referimos.

A citação que Jair faz do Irineu deu muito o que pensar. Sem considerarmos que a família do Jair jamais ouvira falar de Irineu ou de seus pais, e muito menos Chico Xavier tinha qualquer informação a respeito desse jovem campineiro, absolutamente desconhecido de todos nós, há que se destacar o episódio que vamos relatar e que confirma mais uma vez, a exuberância da revelação mediúnica.

Como o leitor amigo poderá observar na mensagem, intitulada As dicas do Fantasma-Sorriso(1), Jair conta que estava presente no Parque Flamboyant, colaborando no socorro dos recém-desencarnados, quando Irineu foi sepultado. Diz mais, que o Irineu estava em espírito, como ele, junto do Chico e pedia aos pais Sérgio e Rita que se consolassem.

Após o recebimento da mensagem, a irmão de Jair Presente, Sueli, procurou localizar a família do jovem Irineu, já que nenhum dos presentes à reunião de Uberaba o conhecia.

Voltando a Campinas, telefonou ao administrador do Parque Flamboyant, Renato Manjaterra, pedindo-lhe que verificasse se no dia 7 de junho ou no dia seguinte havia o registro do sepultamento de Irineu Leite da Silva.

Consultando os apontamentos o Sr. Renato disse que não havia nada a respeito de Irineu.

Como – pensou Sueli – Jair teria se enganado? Será que o Irineu não existia?

Para dirimir dúvidas começou pelos jornais da época e eis que o ‘Correio Popular’, em sua edição de 8 de junho de 1975, notifica o falecimento de Irineu Leite da Silva, citando o nome de seus pais, Sérgio e Rita, e falando do sepultamento no Parque Flamboyant.

De posse do recorte do jornal, que produzimos adiante, Sueli procurou o administrador do cemitério e mostrou-lhe a notícia. Surpreso, o Sr. Renato voltou aos apontamentos e pode constatar que nada encontrara a respeito de Irineu, porque o seu primeiro nome havia sido escrito errado. No diário de sepultamento constava a 8 de junho o nome de Pirineu Leite da Silva e não Irineu. Engano perfeitamente compreensível, pois no diário, segundo nos explicou o Sr. Renato, os nomes são anotados inicialmente por informação telefônica, para posteriormente, de posse da certidão de óbito, transcrever no Livro de Registro todos os dados referentes ao sepultamento.

Aparentemente incompreensível, se não o entendermos à luz do conhecimento espírita, é o fato de Jair ter falado no nome correto de Irineu, quando no próprio cemitério seu nome estava escrito errado.


(1) As dicas do Fantasma-Sorriso: Mensagem de Jair constante do livro Somos Seis.


Atestado de óbito de Irineu
Jornal Correio Popular - Campinas-SP

FONTE: Livros JOVEM NO ALÉM e SOMOS SEIS, ambos com Espíritos diversos, por Chico Xavier e Caio Ramacciotti – Editora GEEM – Grupo Espírita Emmanuel – São Bernardo do Campo-SP, de 1975 e 1976, respectivamente.


Vladimir Polízio
polizio@terra.com.br

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