Antes de abordarmos este interessante assunto, convém lembrar que o MAGNETISMO está presente em tudo, uma vez que tudo está envolvido por um fluido, invisível mas atuante, através do qual manifestam-se as boas ou as más vibrações, transmitidas de molécula a molécula.
Os Centros Espíritas, embora não tratem direta e propriamente deste trabalho, nem por isso ele deixa de ser verdadeiro e nem por isso deixa de existir em todo o Globo em que vivemos e mais particularmente na vida individual das pessoas.
O conhecimento é importante e não deve ser desprezado.
Algumas plantas, como se sabe, sempre mereceram respeito por parte dos que acreditam que elas tenham poderes especiais. E não é por acaso, não.
Estamos certos de que os nossos antepassados eram bem informados sobre a influência de plantas, do tempo, das matas, da água, etc., passando de geração a geração esses valores que, infelizmente, foram se enfraquecendo.
Embora as plantas não tenham espírito, mas apenas a vida orgânica, vegetativa, não é por isso desprovida de sensibilidade e de fluidos.
Dizer de alguém que converse com as plantas, que essa pessoa está mentalmente desequilibrada ou perturbada, é um despropósito e um desrespeito.
É evidente que as ‘partes’ não vão poder trocar palavras, mas sentirão, sem qualquer receio de se enganar, as emanações fluídicas.
Tanto as pessoas passarão às plantas como absorverão delas suas boas ou más qualidades vibratórias.
Os que estão familiarizados com isso sabem que não só essa simbiose atmosférica é importante, como também é importante mudar os vasos de lugar, colocando-os, se possível, em revezamento nos demais espaços da casa, sendo certo que cada um desses novos ambientes proporcionarão à planta melhor ou pior desenvolvimento.
Quando a mudança se opera no visual, com folhas novas, maior brilho ou botões e flores que se manifestam, se dirá logo que a ‘mão’ que a tratou é boa, o que às vezes é verdade, devido o bem-estar dessa pessoa e o carinho com que facilmente transfere à planta, seus bons ares. Mas, poderá ser também atribuído ao ambiente fluidicamente saudável em que foi colocada, variando essa condição de lugar a lugar, por menor que seja a distância em centímetros.
As floriculturas disponibilizam em vasos especiais conjuntos de algumas espécies de plantas, cuja finalidade veremos agora, de modo a facilitar as pessoas a terem em suas floreiras ou no próprio jardim frontal das casas, um só recipiente desses vegetais ornando a entrada(1).
São pés de arruda, pimenta, alecrim, guiné, manjericão, comigo- ninguém-pode e espada-de-são-jorge, que complementam o grupo dessas plantas com propriedades peculiares, agrupadas e destinadas exatamente à limpeza do ambiente.
Elas processam o fluido pesado e negativo, que certas pessoas carregam consigo, eliminando a influência, a exemplo dos desenhos que simbolizam o mau humor, quando mostram sobre a cabeça desses indivíduos, uma nuvem de cor escurecida, como sinônimo de problemas. Por onde quer que ele vá, lá estará também a nuvem a atrapalhar.
Há casos em que, quando essas pessoas se apresentam nesses ambientes, a serviço ou como visitas, são capazes de fazer com que galhos ou até o pé dessas plantas, tidas como especiais, percam a vivacidade, murchem ou morram, tamanha a carga magnética que recebem, a exemplo das fortes descargas elétricas que aniquilam.
Esses conceitos podem diferenciar quanto à interpretação de atividade de cada uma delas, quanto a ter menor ou maior poder de ação, mas não são excluídas do rol de proteção.
Frases como: “Fulana veio aqui e secou o pé de pimenta” ou “Cicrano seca até pé de arruda”, são aparentes brincadeiras-verdades, pois, numa análise mais apurada, será fácil constatar que não se trata de nada ocasional, mas sim de fluidos considerados ruins, que são aqueles prejudiciais à saúde, incômodos por natureza, de que certas pessoas são temporariamente dotadas ou envolvidas, provenientes talvez de insatisfações que carregam, quase sempre em razão da vida que levam, mas que poderão ser mudados a qualquer tempo.
Cabe aqui uma citação Evangélica: “O que sai do homem, isso é o que contamina” (Marcos 7, 20), referindo-se o Mestre ao que as pessoas dizem, pois tudo vem do sentimento, do coração: “… todos esses males vem de dentro” (Marcos 7, 23) e arremata: “… do coração procedem maus desígnios…” (Mateus 15, 19).
O efeito incômodo é atribuído aos desagradáveis fluidos que foram ali deixados, pois há casos em que, dada a fragilidade do portador, essa atmosfera o acompanha sem que ele, necessariamente, o saiba, pois se encontra na vulgar condição de hospedeiro.
Se por um lado as plantas são bem-vindas, pelo benefício, o perfume e a beleza que nos trazem, com a transformação durante o dia do gás carbônico em clorofila e enriquecendo o ambiente com a renovação do oxigênio, por outro, há que se acautelar no período noturno, quando o processo será o inverso, ou seja, absorverá o oxigênio do ambiente e devolvendo gás carbônico, prejudicial à respiração. Por isso, então, nos quartos, ou outros recintos fechados, dispensar cuidado especial, bem como em outras dependências onde a circulação do ar torna-se necessária. Quando maior for a planta, maior será a concorrência no consumo de oxigênio à noite, sendo conveniente mantê-las afastadas desses locais para uma maior tranquilidade e bem-estar.
Como curiosidade, é lembrado por profissionais da área de jardinagem que cada uma dessas plantas tem uma reação em relação ao fluido pesado que recebe. Por ordem, as que mais resistem são:
1º espada-de-são-jorge;
2º comigo-ninguém-pode;
3º manjericão;
4º guiné;
5º alecrim;
6º pimenta, e,
7º arruda, esta a que mais rapidamente manifesta reação quando o ambiente está carregado.
Além dessa atividade protetora, a maioria dessas plantas ainda atende ao serviço de incenso, quando queimadas com resinas aromáticas para louvor e proteção de templos religiosos, conforme entendimento de tais práticas, cujo procedimento não se encontra na área do Espiritismo.
(1) Quando se trata de um conjunto de plantas com propriedades especiais como as que estão relacionadas, uma compensa o bem estar da outra, quando agrupadas. Se isoladas, manifestam-se individualmente o seu estado fluídico, inclusive sobre as outras plantas especiais da mesma linha de propriedade.
OBS: Deve-se atentar, porém, que somente a ação fluídica dessas plantas no ambiente do lar não resolverá a questão da pretendida ‘limpeza’ propriamente dita, o que dependerá, sem nenhuma sombra de dúvida, da mudança da manifestação do comportamento nesse mesmo espaço. Lembrar sempre que a harmonia só é alcançada pelo equilíbrio elevado dos sentimentos.
As plantas, pela sensibilidade de que são dotadas, facilmente sentirão em sua folhagem quando o ambiente está pesado (fluidicamente negativo). Também nós, em alguns momentos, nos sentiremos perturbados quando recebemos certas visitas que chegam carregadas (com carga fluídica negativa), ou quando vamos a algum lugar em que o próprio ambiente ou as pessoas que ali se encontram se acham na mesma condição fluídica negativa.
Vaso com sete plantas especiais.
Conheça também este teste com a planta conhecida como Comigo-ninguém-pode. VEJA VÍDEO.