Da Redação



03-01-2012

A REENCARNAÇÃO TRATADA EM DESENHO INFANTIL

VEJA A REVISTA

“MAGALI COME MELANCIA E BUSCA SEU GRANDE AMOR EM VÁRIAS REENCARNAÇÕES”

Marjorie Aun (Folha Espírita, S.Paulo-SP, maio/2010)

O desenhista Maurício de Souza, 74 anos, é o criador da Mônica, personagem infantil brasileiro de maior sucesso em todos os tempos (...)

Com tanta variedade de temas e atividades, ainda assim fomos surpreendidos pela historinha da personagem Magali, intitulada Reencarnação.

Sempre faminta e engraçada, a personagem nos mostra que sua fama de gulosa tem fundamento. A menina vem correndo atrás de enormes pedaços de melancia há muitas vidas.

O roteiro da historinha, além das tiras cheias de humor típicas de Maurício, mostra Magali em suas diversas encarnações encontrando-se ou desencontrando-se de seu grande amor. Sobre a história, Maurício falou à Folha Espírita.

FE ─ Quando foi publicada a historinha Reencarnação, com Magali? Ela apareceu apenas no site ou saiu em alguma edição do gibi da personagem?

Maurício de Souza ─ A história foi publicada em revistas de linha de personagem Magali ─ ela pode ser lida on-line no link http://www.turmadamonica.com.br/índex.htm, entretanto, em Quadrinhos ─ Histórias Seriadas, e escolhendo dentro das diversas opções a historinha Reencarnação, da Magali.

FE ─ O que afinal motivou a criação da historinha?

Maurício de Souza – A idéia de reencarnação, renascimento, voltar em outras vidas, é recorrente nas mais diversas religiões do mundo. Assim, o tema, quando surgiu para ser discutido, foi aceito por todos e o desafio seria apresentá-lo de forma leve, e se possível, com humor. Sem dúvida a nossa fórmula de contar histórias pode passar informações, formação, conceitos, exemplos, valores. Como toda boa história (...)”

(AE/2011 – IDE – Instituto de Difusão Espírita-Araras-SP)


GIBIS DIVULGAM CONCEITOS ESPÍRITAS


Os conhecidíssimos gibis da Turma da Mônica – genial criação do desenhista e redator Maurício de Souza ─, que encantam, com seus quadrinhos, milhares de crianças (e por que não muitos adultos?) em todo o Brasil, vêm ultimamente publicando histórias de cunho espírita (...)

Penadinho, um simpático fantasminha, é o principal personagem que divulga ideias doutrinárias. E suas aventuras têm agradado muita gente, não só no meio espírita. Atentemos, por exemplo, para a declaração do vice-cônsul italiano, em São Paulo, publicada na Revista Literária Globo (Guilherme C. Pinto, Ano II, nº 4, 1988, Ed. Globo), feita ao próprio Maurício, quando ele compareceu ao seu escritório para apresentar uma declaração italiana interessada em comprar desenhos animados para uma cadeia de 37 emissoras.

“ ─ ‘Sabe de uma coisa?’ ─ diz ele a Maurício, ─ ‘Um dos personagens seus que mais admiro é o Penadinho. Acho incrível você falar sobre um tema como a morte de uma forma tão gentil, tão natural. Tratar algo que faz parte da vida de todos, mesmo das crianças, de uma forma sutilíssima’.

Maurício de Souza conta que a morte e todos os outros assuntos sempre foram tratados como algo natural, na sua casa em Mogi das Cruzes. Diz que não consegue escrever sobre coisas que não tenha vivido”.


(Anuário Espírita de 1989, p.133)



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