Scheilla foi um espírito benfeitor que durante alguns anos atuou como integrante de equipe que promovia semanalmente, junto de outras entidades desse Universo infinito, encontros com resultados ligados à saúde física e espiritual. Esses encontros aconteceram em cidades de Minas Gerais e Rio de Janeiro e contavam com a presença dos médiuns Chico Xavier e Peixotinho.
Com sua extremada bondade Scheilla, além do auxílio que prestava nos trabalhos de materialização que ficou conhecido como ‘materializações luminosas’, também enviou através de Chico Xavier inúmeras mensagens de apreço e orientação que foram registradas pela psicografia.
Aqui a benfeitora fala dos ‘Sinais de alarme’, os quais correspondem a indícios de alteração de comportamento que muitas vezes não são bem esclarecidos, dando margem a interpretações nem sempre coerentes com a verdadeira razão. Não é conveniente familiares excluírem possibilidade alguma quanto à origem de fatos estranhos que se fizerem presentes na vida de alguém da casa, especialmente quando ocorrem de um momento para outro.
O título da mensagem é ‘Sinais de alarme’, muito oportuno que traça observações sobre as condutas anormais da pessoa, quando esta perde o senso crítico e equilibrado dos seus atos e pensamentos, cuja frequência vibratória entra em desarmonia. ‘Sinais de alarme’:
“Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:
Quando entramos na faixa da impaciência;
Quando acreditamos que a nossa dor é a maior;
Quando passamos a ver ingratidão nos amigos;
Quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
Quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
Quando reclamamos apreço e reconhecimento;
Quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;
Quando passamos o dia a exigir esforço, sem prestar o mais leve serviço;
Quando pretendemos fugir de nós mesmos, através da gota de álcool ou da pitada de entorpecente;
Quando julgamos que o dever é apenas dos outros;
Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos, a prudência de parar no socorro da prece ou na luz do discernimento.”
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