◙ INTERFERÊNCIAS: Sabe-se que o Sol, corpos celestes, as mudanças climáticas ou posições da lua em relação à Terra, interferem sobremaneira no organismo físico. Aliás, esse fenômeno não só acontece com as pessoas como também com os animais e plantas em geral, daí a razão de se aguardar o momento propício para a poda, plantio, colheita, semeadura, corte, recria, choca de ovos, etc...
◙ TELEFONIA: Uma fonte séria de interferência magnética está relacionada com as torres de telefonia celular.
Os aparelhos eletrônicos acionados por controle remoto sofrem a ação do forte campo magnético que atua com sinais permanentes em torno da torre, prejudicando o seu funcionamento. Esses aparelhos perdem momentaneamente a capacidade de ativamento, não conseguindo travar ou liberar a fechadura do veículo ou dos portões de residências, desde que tenham o mesmo princípio de ação. Quando essa interferência acontece, usa-se o sistema manual através das chaves, como se o automatismo não existisse.
◙ ANIMAIS:É facilmente observável com animais, o que acontece com os homens.
Às vezes, quando duas pessoas se encontram, uma delas sente o desconforto que a outra lhe causa, sem que haja motivo aparente.
No caso do animal, este se arrepia, se afasta ou investe contra o outro.
O homem procura dissimular o mal estar presente, o que nem sempre consegue em virtude da mudança de seu semblante que deixa de apresentar cordialidade.
◙ O PAPAGAIO:
Embora tenha crescido na mesma casa, essa ave não se dá bem com todos os moradores, independente daquele que trata ou não dela. E o fato de afeiçoar-se com uma ou mais pessoas, esse ato está intimamente ligado à assimilação fluídica, muito mais do que se imagina.
Quanto maior o grau de interação dos fluidos de um e de outro, maior será o sentimento de bem-estar causado justamente em razão da suave fusão, o que demonstra identificação, resultando daí a harmonia que se espera. A ave se agita quando vê a pessoa de sua simpatia. E, como outros animais, a reconhece pela voz.
◙ PREFERÊNCIAS: Outro ponto também interessante de se observar diz respeito aos passarinhos.
Quando soltos, há os horários determinados em que ocupam certos galhos para cantar antes de prosseguir a marcha, quer na ida ou no recolhimento, ao entardecer. Caberia perguntar o porquê de preferir um galho a outro, se todos estão na mesma árvores, às vezes, ou muito próximos um do outro, não fosse a influência dos fluidos, quer da ave, quer do galho escolhido.
Procedimento idêntico se conhece quando a ave está em ambientes fechados, em viveiros relativamente grandes, com área suficiente para que possam empreender pequenos voos. Os locais preferidos sempre são encontrados.
◙ PREFERÊNCIAS:A galinha também tem comportamento metódico na hora de recolher-se para dormir ou para a postura.
Se estiver presa, como as poedeiras de granja, com alojamento individualizado que não lhe permite deslocamento, os ovos são colocados ali mesmo, na grade metálica e inclinada, para que o ‘produto’ deslize suavemente e permaneça fora do seu alcance, servindo para que o ovo não se suje e nem ela o destrua, bicando-o.
Mas, se a área de criação for no campo ou em granja em que possa andar livremente, além de caminhar por onde melhor lhe agrade, o poleiro que usará para dormir será, invariavelmente, o mesmo. Costuma-se dizer que conhecendo o local em que tal galinha dorme, nem é preciso acender a luz do galinheiro para apanhá-la, bastando estender os braços para alcançá-la através dos pés. O mesmo se dará com os ninhos por ocasião da postura. Antes de conhecê-los, ela passará por um e por outro até encontrar aquele que melhor se enquadre aos seus fluidos, escolhendo-o. A partir de então, poderá até revezar, se houver algum outro com que possa repartir sua preferência.
◙ CÃES: A sensibilidade dos cães
Convém observar que nem sempre o cão elege como seu líder, aquele que lhe dá as ordens ou o alimenta. Poderá até sentir-se atraído quando houver algum interesse seu em jogo, como um passeio, guloseimas sendo manuseadas, etc...
Dizemos ou ouvimos dizer que o cão conhece quando uma pessoa tem medo ou não gosta de animais, daí o seu comportamento até hostil em relação a essa pessoa.
Ora, se o cão, embora com primitiva inteligência, não é capaz de pensar ou raciocinar, como poderia então adivinhar detalhes da personalidade de um estranho, mesmo acompanhado dos que são da casa, quando se supõe ser amigo? Para se conhecer pessoas ou animais é preciso estudá-las, e, num primeiro momento, tanto um quanto outro poderá ou não mostrar simpatia, antipatia ou indiferença, independente de já se terem visto.
Com presente evidência da percepção magnética, os fluidos também aqui vão mostrar afinidade ou dificuldade de entrosamento.
Da mesma forma em relação aos ambientes da casa. O cão escolhe o local de sua preferência para dormir ou descansar, sem deixar de passar por outros cantos ou lugares que lhe inspirem bem-estar. E não adianta colocar panos em espaços que não lhe são prazerosos, porque não ficarão ali. Vão preferir sempre os locais que os agrade, que nem sempre serão os mesmos que seu dono escolhe. Onde o cão se deitar, certamente o local terá influência positiva. Confira com o pêndulo.
empatia – tendência para sentir o que sentiria caso se estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa.
antipatia – repulsão; aversão; hostilidade; animosidade.
simpatia – atração; sedução; encanto.
◙ A ENERGIA INVISÍVEL: A força está, de fato, na natureza.
Após esfregar por alguns poucos segundos um ímã ou um pedaço de flanela sobre uma agulha normal de costura, deslizando do meio para a extremidade da ponta, esta ficará igualmente imantada. Ao afixá-la em pequena arruela de cortiça com a finalidade de mantê-la horizontalmente boiando sobre recipiente calmo, com água, verificar-se-á a agulha voltando-se para o lado que a atrai, ou seja, para o sentido Norte magnético da Terra.
Trata-se apenas de um experiência onde facilmente se constatará a mobilização desse metal, carregado agora com energia, que forma um campo magnético provocando a atração natural da agulha imantada.
◙ EM CASA MESMO: Ao promover o atrito de um pente de plástico sobre os cabelos secos, a eletricidade chamada estática o envolve e, ao ser aproximado sobre pequeninos pedaços de papel, estes serão atraídos pelo campo magnético formado.
◙ TORRES DE TRANSMISSÃO: Especialmente nas épocas mais úmidas, quando se observa por entre as matas cerradas os fios de alta tensão que são suportados por aquelas enormes torres de transmissão, não é de se estranhar quando for notado que de um ponto a outro eles se tornam azulados, dando a impressão de que estão semiacesos, quais lâmpadas fluorescentes. Na verdade, acontece que esses cabos convenientemente isolados da torre, e delas distanciados vários metros devido a elevadíssima voltagem que passa por ali (algo em torno de 345 mil volts), os átomos são perturbados pelo deslocamento vultuoso da corrente, formando ao seu derredor e em toda a sua extensão um campo eletromagnético, mostrando um quadro de semi-luz visualizado à distância.
Afirmam os técnicos que em razão dessa intensa radiação que chega a acender os cabos, há uma perda considerável de energia, algo em torno de 250 Watts por trecho, ou seja, de uma torre a outra, enquanto uma residência normal, com geladeira, TV, computador e outros aparelhagens eletroeletrônicas consome, em média, algo em torno de 150 Watts por mês. Para compensar a perda em pontos com incidência maior desse fenômeno, os cabos não são esticados de forma isolada, mas sim, em número de quatro, que caminham juntos de torre a torre, reduzindo a perda de energia e formando, entre eles próprios, campo indutível favorável.
◙ RÁDIOS:Nos veículos que têm instalação de radiocomunicação, no mesmo momento em que se aciona o microfone do rádio para os contatos, um campo magnético se forma. Desta feita, segurando uma lâmpada fluorescente por uma das extremidades enquanto o lado oposto é aproximado da antena externa do aparelho inter-comunicador, durante o acionamento da tecla do microfone, a lâmpada permanecerá acesa. Esse fenômeno acontece, embora não em sua plenitude de luminosidade, pois a energia operante no momento é apenas a formada pelo campo magnético e não propriamente a voltagem de que necessita para apresentar-se integralmente acesa.
◙ CHOQUES: Não é raro que uma pessoa no interior do veículo receba descargas elétricas denunciadas através de choques, provenientes do contato de alguém que acaba de adentrá-lo.
Igualmente comum é o choque que se recebe, através da descarga elétrica acumulada no corpo em contato com partes do veículo, por ocasião de abrir ou fechar a porta. Durante muitos anos proprietários que não queriam que esse inconveniente os incomodasse mandavam colocar um dispositivo de descarga, que consistia numa fita metálica protegida, afixada no chassi ou na estrutura inferior do veículo e que ficava em atrito constante com o solo, promovendo a descarga.
A respeito da eletricidade estática há este comentário técnico de especialista:
“A eletricidade estática é explicada como presente em todos os corpos da natureza, que estão perdendo e ganhando elétrons, uns para os outros. Em consequência, ganham e perdem potencial elétrico. A interação ocorre entre nossos corpos e as partes do automóvel (maçanetas ou bancos por exemplo), com os quais entramos em contato. Algumas pessoas têm maior capacidade de acumular tal energia - que pode chegar a até a 5.000 volts, mas com baixa amperagem (daí o choque assustar mas não acarretar danos sérios. Só para se ter uma idéia, uma tomada de 110 volts possui de 60 a 100 amperes, o que pode ocasionar choques bem mais graves.
A solução definitiva nos é apontada pelo engenheiro Miguel Acorsi, da Ford Indústria e Comércio (FIC), uma das sumidades em elétrica estática no Brasil. Ele sugere a confecção de uma espécie de fusível, para que essa voltagem retorne ao carro de uma forma mais suave. Trata-se de um tubo isolante com duas pontas metálicas, interligadas por uma resistência de 1,0 megaohm, que pode ser confeccionado em casa. Ao descer, basta encostar uma das pontas metálicas do dispositivo no carro, segurando-o na outra extremidade. Isso fará com que a voltagem retorne ao automóvel, podendo-se, após a ação, tocar a maçaneta sem susto”(1).
◙ CAMINHÕES TANQUE: Quando o combustível é transportado em caminhões, o simples balanço é suficiente para fazer com que ele entre em atrito com as paredes do tanque, podendo gerar carga elétrica. Se uma pessoa toca com as mãos a válvula para descarregar a gasolina ou outro qualquer produto inflamável, pode ocorrer que uma faísca aconteça produzindo a combustão do vapor que fica em torno da mangueira de vazão.
Como norma de segurança, os postos de abastecimento possuem um cabo especial aterrado no solo, em cuja extremidade será conectado o cabo do caminhão-tanque, por ocasião do descarregamento, neutralizando o confronto de polaridade de maneira a evitar-se a produção de faíscas nesse delicado momento. Mesmo que o motorista, num descuido, não proceda de conformidade com as normas de segurança, as mangueiras são providas, em toda a sua extensão, de espiral metálica para a finalidade de aterramento e descarga, quando elas forem acopladas no caminhão e, deste, ao tanque do posto.
◙ A recomendação para que não se utilize o telefone celular em certas situações tem sentido. As pessoas, por desconhecerem a existência e implicações do campo magnético, acabam não vendo problema algum nessa medida. Quando o celular toca ou é acionado para efetuar ligação, instala-se um campo magnético ao seu derredor, daí o perigo de se deixar o aparelho ligado não só por ocasião de abastecimento de veículo em postos de combustível, como em operações particulares envolvendo inflamáveis (enchendo vasilhames, etc) justamente pela possibilidade da ocorrência da liberação de energia, a qual é suficiente para gerar faíscas em razão do atrito entre cargas de polaridades diferentes (positivas e negativas).
◙ ARTE EM PLANTA Interessante é o que acontece com a planta chamada Bambu da Sorte, originária de algumas regiões do Continente Asiático, e que passa por um longo processo considerado de sofrimento para alcançar a forma ideal de comercialização. Essa preparação consiste em manter um pedaço de cerca de 50 cm da planta chamada Lucky Bamboo, colocada verticalmente em vaso num quarto escuro e apenas com um pequeno orifício por onde entrará tênue foco de luz, durante um período de três meses. Nesse ambiente a planta é virada de posição a cada três dias, para que ela própria se desenvolva lentamente, mas em espiral, formando anéis, identificando assim o estilo que caracteriza o Bambu da Sorte.
Com isso, essa planta guarda em seu caule por algum tempo o sofrimento a que foi submetida, sendo facilmente comprovado esse estado através da rotação do pêndulo para o lado contrário, denunciando a angústia que ainda traz consigo. Convém aferir o seu estado vibratório antes, para não contrariar a finalidade a que se destina.
◙ PESQUISANDO MANANCIAL: Este detalhe, não menos curioso, está vinculado à planta erva-doce (Pimpinella anisum), quando da procura de manancial de água, por ocasião da perfuração de poços.
Como as maneiras e recursos empregados podem ser variados, se o operador, ao invés da usual forquilha, estiver utilizando galho dessa planta apanhado na hora, tão logo consiga encontrar o objeto da procura, o campo magnético formado entre a água e o operador fará com que esse galho suspenso na mão da pessoa murche instantaneamente.
◙ UM FATO POUCO CONHECIDO pombo é considerado como uma das primeiras aves domesticadas que se tem conhecimento, datando sua presença junto ao homem desde o ano 3000 a.C. Como mensageiro propriamente dito, o pombo começou a ser utilizado a partir de 1.800 a.C.
O Velho Testamento registra que Noé, para certificar-se da existência de terra firme após o dilúvio soltou um pombo que após circular por áreas distantes retornou à Arca trazendo no bico um ramo verde, identificando floração e chão seco. A ave não desapareceu; ela retornou ao seu meio.
DA ASSOCIAÇÃO: No Brasil, a primeira Sociedade Columbófila foi fundada em 1903, na cidade de São Paulo. “O pombo-correio, ave de porte belíssimo, é considerada a ave doméstica mais saudável do mundo. Seu sentido de orientação ainda é desconhecido pelo homem”. Como os pombos em geral retornam ao pombal quando dele se afastam, dando mostras de que há ‘certa afinidade’ com a casa onde moram, os pombos-correio em especial, reconhecidamente, possuem esse senso de direção muito mais apurado.
Este é um ponto importantíssimo, pois que os pombos correio, que percorrem longas distâncias, retornam aos criadouro em razão da forte atração magnética que os atrai. Como o fluido magnético é irresistível eles retomam a viagem de volta, após localizar os meridianos que rasgam o Planeta e pelos quais se orientam.
O GAVIÃO, por exemplo, possui acuidade visual superior ao normal de outras aves, o que lhe permite maior capacidade para decompor detalhes e perceber objetos ou outros minúsculos animais a distâncias consideráveis. Por que não poderia também acontecer com o pombo-correio, quando é solto em localidade diferente, munido desse provável sensor? Ele, após promover alguns vôos circulares de reconhecimento, do local onde se encontra, sente, capta e também decompõe as sutis informações que lhe chegam em relação ao sentido de direção a tomar, decide-se por uma rota que o atraia e prossegue, seguro, retornando em direção ao seu pombal. Não estaria aqui, também, presente o magnetismo cuja atração fluídica o convoca? Disso não temos dúvida.
Afirmam os antigos que pelo formato do ovo se sabe o que vem: se arredondado ou curto, será fêmea; se alongado ou com ponta destacada, será macho.
Os pombos, ao contrário do que muitos pensam, não levam correspondências. Ocorre que os pombos sempre regressam ao seu local de origem, ao seu reduto, em razão da atração exercida pela impregnação magnética existente. Portanto, se um pombo for surpreendido levando para determinado local mensagens ou objetos, como já visto, é que essa ave simplesmente está regressando à sua casa, ao seu meio, procedente de qualquer ponto onde foi solta e liberada para o voo.
Muito embora haja resistência em admitir, da parte de alguns profissionais da área de saúde animal, os columbídeos, como exemplo as rolinhas e pombos botam apenas dois ovos, os quais vão formar novo casal para o prosseguimento da criação.
◙ Quando o desequilíbrio se instala em determinada parte de um corpo, por razões diversas, o pêndulo, se empregado, fará o seu giro para a esquerda, acusando a disfunção, pois é um estado negativo que o local apresenta.
O mesmo acontece em relação à planta que perde o viço, independente do vaso encontrar-se em lugar com fluido magnético favorável.
Dentre os testes realizados, citamos como exemplo a planta carnívora popularmente conhecida por dioneia (dioneae musápula), cuja vida orgânica estava se extinguindo. Posicionado sobre ela, o pêndulo girou para a esquerda. demonstrando a desarmonia reinante com a extinção do tônus vital.
Sem que o pêndulo em atividade fosse afastado, a planta moribunda foi substituída por outra, saudável, provocando reação contrária, alterando seu sentido de giro.
(1)Revista Quatro Rodas de Abril/2005 - 'Correio Técnico'.