Adelino de Carvalho, natural de Jaboticabal, São Paulo, chegou em Uberaba por volta de 1902, quando iniciou o exercício de suas faculdades mediúnicas, tornando-se valioso instrumento através do qual os espíritos consolaram e aliviaram as dores de todas aquelas criaturas que o procuraram nos momentos de difíceis testemunhos.
Desencarnou em 25-02-1950 em Uberaba – MG. Deixou exemplos grandiosos de humildade, serviço e dedicação ao próximo como principal legado à posteridade.
Hoje na Pátria Espiritual continua exercendo o seu apostolado trazendo até nós, os encarnados, as lições do Evangelho de Jesus que nos amparam nos difíceis testemunhos a que somos chamados.
Sêneca (filósofo e poeta romano), já afirmava com propriedade: “Olhemos para os mortos como para os ausentes; pensando assim não nos enganaremos”.
Uma frase de profunda sabedoria, que seria explicada, bem mais tarde, em detalhes, pela Doutrina Espírita – Os nossos queridos só estão ausentes fisicamente.
E, onde a Doutrina Espírita é mais consoladora está na demonstração inequívoca de que as ligações afetivas não se interrompem com a morte, nem estão nossos amados separados por barreiras intransponíveis. Eles nos vêem, nos acompanham e nos ajudam. Torcem por nós, sofrem conosco, esperam por nós e, finalmente, nos amparam quando soa a nossa hora.
E, assim, são milhares de espíritos que se manifestaram pela psicografia de Chico Xavier, e continuam se manifestando pela psicografia de Celso de Almeida Afonso e outros médiuns.
O Consolador prometido por Jesus está presente em todos os livros psicografados, nas milhares de mensagens que esses médiuns receberam e receberão, enquanto seus dedos puderem segurar um lápis, preciosos terminais de inigualável editor de textos que jorram do infinito.